sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Iniciando na Fotografia

Já faz um bom tempo que eu me interesso por fotografia, mas nunca tive nenhum conhecimento técnico, e sequer tive uma câmera fotográfica decente. Inclusive, já passei muita raiva por pensar "nossa, uma foto disso ia ficar muito legal, pena que a minha câmera não é boa". Então na minha viagem ao Canadá resolvi: ”vou comprar uma dslr”. Dslr? Sim, aquelas câmeras grandes, que as pessoas gostam de falar que são ‘profissionais’.

Depois disso começou a minha luta em busca da câmera que se adequasse ao meu perfil. Pra isso passei semanas vendo blogs sobre fotografia e outros sites na internet. Inclusive, um bem interessante, que faz comparações entre dois modelos é esse aqui http://snapsort.com/ . Mas enfim, depois da minha pesquisa, acabei optando pela Nikon D3100, e confesso que estou muito satisfeita!

A D3100 é uma dslr de entrada, sendo apropriada para quem está começando a se aventurar no mundo da fotografia, ou seja, eu. Ela conta com modos automáticos, que eu confesso, são os que eu mais tenho usado. Mas enquanto isso, também venho tentando aprender os controles manuais. O importante é que o manuseio da câmera é muito simples, o que é ótimo para usuários leigos como eu. Super recomendo!

Desde que comprei a câmera já tirei muitas fotos, e algumas delas estão no meu flickr. Quem tiver curiosidade, o link é http://www.flickr.com/photos/thaianebueno


Minha D3100 em foto tirada por outra D3100

terça-feira, 19 de julho de 2011

1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer

Digamos que faz um bom tempo desde que eu comecei a me interessar por filmes. Segundo minha mãe, esse meu vicio deve ser culpa dela, que quando eu era criança, alugava todos os filmes infantis da locadora. Se esse é o motivo ou não, eu não sei, mas eu realmente gosto bastante de assistir filmes. Entretanto, eu não sou daquelas pessoas que se preocupa em assistir todas as produções de determinado diretor ou roteirista. Pra mim basta ter uma boa sinopse, um bom trailer, que pronto, ganhou minha vontade de assistir. E claro, se for um romance ou um drama, me atrai mais ainda.

Mas às vezes me dá uma vontade de conhecer aqueles clássicos, aqueles filmes que todos comentam sobre... Daí me lembrei daquela lista dos “1001 filmes para ver antes de morrer” e pensei que seria uma boa ideia ver os filmes mencionados nela. Mas bem, obviamente 1001 filmes é muita coisa. Além de demandar MUITO tempo para ver todos, provavelmente seria difícil encontrar para alugar ou fazer download de alguns deles.

Então por hora, resolvi me contentar em assistir os filmes listados do ano de 2000 até 2007. Inclusive, fiquei um pouco confusa devido ao fato de ter encontrado diferentes listas, mas pelo o que percebi, a que eu me baseei é a mais recente. Excluindo os filmes que eu já assisti, fico com 38 para ver. A parte mais difícil será assistir filmes de estilos que não me agradam, entretanto, vou tentar enxergar isso como um desafio. E então, vocês acham que eu vou conseguir assistir todos? E em quanto tempo? Façam suas apostas! Ao decorrer da minha jornada, caso eu encontre algum filme que realmente me conquiste, vou tentar relatar aqui!

Caso alguém se interesse,aqui tem a lista, e também links para download de alguns dos filmes!

Se o texto tiver erros me desculpem, mas são cinco da manhã e eu estou aqui escrevendo.... mereço um desconto né?)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Outro lado de Vancouver

A última quarta em Vancouver era para ser apenas um dia de união, no qual toda a população da cidade estaria torcendo pelo mesmo objetivo: a vitória do Canucks na final da Stanley Cup. Mas não foi bem isso que aconteceu. Após a derrota (sendo o placar Boston 4x0 Canucks), algumas pessoas resolveram começar uma bagunça sem fim. Cerca de 14 carros foram incendiados, incluindo duas viaturas policiais, ocorreram incontáveis brigas, vidros de lojas foram quebrados, algumas lojas saqueadas, dentre outros danos.

A pergunta que fica é: onde está a coerência em destruir sua própria cidade porque o time de hockey perdeu o campeonato? E falar que foi devido à frustração pela derrota é uma desculpa estúpida, até porque algumas pessoas usaram coquetéis molotov, o que mostra que já havia o intuito de iniciar incêndios, independente do resultado.

E outra coisa surpreendente é que essa não é a primeira vez que isso acontece. A mesma situação ocorreu em 1994, quando o Canucks também perdeu a Stanley Cup no jogo sete. Sendo assim, todos imaginavam que a revolta poderia se repetir. O investimento em segurança foi maior, mas definitivamente não foi o suficiente. Enfim, esse foi um dia que eu gostaria de não ter presenciado.







Por outro lado, com a ajuda de voluntários, grande parte da bagunça já tinha sido organizada hoje a tarde, que foi quando eu fui ao centro. Alguns lugares ainda estavam sendo lavados, e ainda havia várias lojas com tábuas no lugar dos vidros que foram quebrados. Nessas tábuas, várias pessoas escreveram sua mensagem de apoio e também de indignação. Isso mostra que Vancouver é muito mais que o tumulto de ontem.





segunda-feira, 13 de junho de 2011

Enfim, o intercambio



Bom, prometi um post sobre minha viagem, e depois de cinco semanas em Vancouver, ainda não o fiz. Então vamos ver se dessa vez sai alguma coisa.

Primeiramente, passar umas 24 horas entre aviões e aeroportos não é uma atividade muito divertida. E como uma boa marinheira de primeira viagem, não dormi nada durante o voo. Ou seja: cheguei à casa de desconhecidos que teriam que me abrigar por dois meses, parecendo um zumbi.

Mas apesar disso, a minha primeira impressão da casa e da família foi boa, e continua sendo. Os pais são muito simpáticos, e as crianças... Bem, são crianças, então elas tem aqueles momentos de pirraça, gritar, espernear, mas fora isso, são simpáticos também. E a comida, é claro que não chega aos pés da mineira, mas dá para sobreviver bem. E não vou mentir, fico bem feliz quando o cardápio é hambúrguer com batata frita!

E claro, não seria eu se eu não tivesse me perdido pelo menos uma vez. Ou teria sido uma e meia? Uma vez eu desci do ônibus, achei que tinha que virar a esquina que chegaria à minha rua, mas me enganei... Fui pedir informação e falei o nome da rua errado, e depois de ligar para o número de informação da companhia de transportes, e ficar “meia hora” até conseguir falar o nome certo da rua, descobri que eu só tinha que andar dois blocos e virar à direita. E na segunda vez, peguei o ônibus pra direção oposta da rua, mas me dei conta disso sozinha depois de alguns minutos, então acho que só conta como meia vez.

Depois da confusão dos primeiros momentos, deu pra conversar com várias pessoas de diversos lugares do mundo (apesar dos coreanos e outros asiáticos serem maioria na minha escola). Mas na hora de sair à noite, e aproveitar para enturmar mais, eu encontro um “pequeno” obstáculo: a maioridade em Vancouver, que é 19. E para a minha infelicidade, eu fiz 18 no dia que cheguei aqui. Parece ser um detalhe bobo, mas isso tem me incomodado imensamente aqui. E por isso, quando eu voltar para o Brasil, aceito (quase) todos os convites para ir pra bares, festas e afins! Fica a dica!

Quanto ao aprendizado, meu tempo aqui é curto, então acho que o que eu mais aprendi nesse tempo é a ter confiança para falar. É claro que também adquiri mais vocabulário, e um pouco de gramática, mas com apenas dois meses aqui não acho que eu vá adquirir muito mais conhecimento nesse campo.

Enfim, Vancouver é uma cidade ótima, linda, com um sistema de transportes organizado, pessoas muito educadas, mas eu esperava mais dessa experiência de intercambio. A culpa não é da cidade, mas minha. Se eu pudesse voltar atrás, teria escolhido um país/estado onde a maioridade é 18 anos. E meu conselho aos menores de idade que pretendem viajar para Vancouver é: aguardem até fazer 19 anos, ou escolham outro destino.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Kongregate



O Kongregate é um site hospeda games Flash e faz parceria com desenvolvedores independentes. Todos os jogos lá estão disponíveis para serem jogados gratuitamente, embora qualquer um com uma conta possa colaborar com doações pros projetos de algum desenvolvedor cadastrado. No mais, todo o lucro tirado do site, no ar desde 2006, vem de anúncios – lucro esse, dividido com os usuários-desenvolvedores
 Por mais estranha que pareça a lógica de se desenvolver qualquer coisa esperando lucro através de doações, uma análise é necessária: o sistema do Kongregate cria todo tipo de rankings, não apenas entre os jogadores, como o sistema de pontos e recompensas(desde achievements dos próprios jogos, "medalhas" que ficam salvas no perfil do usuário e cartas pro card game do site, a chances de ganhar prêmios reais mesmo como giftcards pra lojas on-line de videogames), como entre os próprios jogos também: mais recentes, melhor avaliados(e há aí também oportunidade para os desenvolvedores tirarem uma grana) além de informar ao usuário as recompensas oferecidas por cada jogo. Usuários cadastrados também recebem emails eventualmente com a lista dos jogos mais populares recém-cadastrados, novas recompensas, e novidades em geral do site. Entre os fóruns da seção Community, destaca-se o “Collaborations”, onde usuários criam tópicos buscando parcerias para desenvolver novos jogos: programadores precisando de desenhistas, alguém com um projeto quase completo, carecendo apenas mixagem pra trilha sonora do jogo, ou mesmo roteiristas procurando parceiros programadores pra dar vida a uma idéia existente só no papel. Através desse sistema de comunidade, onde os cadastrados são estimulados a colaborarem e também se tornarem criadores, o Kongregate arrebanhou uma rede de usuários fiéis. Dessa forma, pra quem doa dinheiro para o projeto que gostou, não se trata de mera gratidão, mas de ajudar na continuação, melhoria daquele e outros do mesmo desenvolvedor. A mesma lógica de campanhas de discriminalização do download gratuito de músicas, filmes, games e livros: quem paga são os fãs que gostaram e querem contribuir, e o dinheiro vai pra quem fez.

O cadastro é gratuito, mas não necessário para jogar ;)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Låt den rätte komma in



Hoje vou falar de um filme que não é nenhuma novidade, já que ele é de 2008, mas mesmo tendo sido lançado há certo tempo não é tão conhecido. O título do filme em português é “Deixe ela entrar”. Importante lembrar que vou falar aqui sobre a versão sueca, e não do remake americano que foi lançado no inicio desse ano.

O filme retrata a historia de Oskar, um solitário menino de 12 anos, que conhece Eli. Estaria tudo bem se ela não fosse uma vampira. E não, não é uma história no estilo Crepúsculo. Nesse caso vampiros se alimentam sim de sangue humano. E a grande sacada do filme é como ele consegue retratar esse lado sombrio da personagem de uma forma delicada. Você não consegue assistir o filme e ver a Eli como uma vilã.

Além disso, a fotografia do filme é de extrema importância para a composição desse clima. Cenários muito brancos, repletos de neve, personagens também de pele muito clara, dão um toque gélido, sombrio, e belo à produção.

Ao longo do filme a relação entre Oskar e Eli vai se fortalecendo. Tal relação se desenvolve de uma maneira muito inocente, sendo, a meu, ver, mais uma amizade muito forte que um romance propriamente dito.

Enfim, creio que esse é um filme que todos deveriam assistir, seja lá qual for seu gênero preferido de filme. Para ter uma ideia melhor, vejam o trailer:

terça-feira, 26 de abril de 2011

Tirinhas - Profundas, nonsense e nem sempre engraçadas

Esta é minha primeira colaboração pro blog, então procurei algum assunto que já não tivesse passado por aqui. Escolhi três sites de quadrinhos “diferentes” sobre os quais eu queria escrever. Recomendo a visita. =)





Desenhado por David Hellman e escrito por Dale Beran, quando conheci as tirinhas, eles já haviam parado, ambos ocupados com seus próprios projetos paralelos. O arquivo do site ainda assim compensa uma visita: as tirinhas semi-autobiográficas seguem uma ordem cronológica, começam com os próprios autores decidindo lançar um webcomic, e vão gradualmente virando um delírio nonsense dos dois, a medida que as experiências e frustrações do cotidiano – incluindo, principalmente, as experiências e frustrações do próprio desenvolvimento artístico – vão tomando reflexos cada vez mais alegóricos na fantasia roteirizada por Dale e esculpida com os traços e cores oníricos de David. A lista de personagens inclui desde amigos e familiares reais dos autores a um cachorro fantasma e nuvens conscientes que invejam a vida efêmera dos seres humanos. A estranheza das tirinhas, vem, muitas vezes, de questões completamente bobas sendo frequentemente abordadas através de um pessimismo fantasioso, quase como num vídeo do PC Siqueira, com referências filosóficas/literárias inesperadas aperecendo aqui e ali, meio que perdidas no meio da bobagem. Pra que faça pelo menos um pouco de sentido, recomendo ler na ordem de publicação do arquivo.


O PBF começou como tirinha de um jornal de universidade, e hoje é também webcomic (apesar de atualizações serem muito raras por lá agora: em 2 anos que conheço o site, só vi 3 tirinhas novas serem postadas). As tirinhas variam do humor negro ao surreal, passando por histórias meramente absurdas, sendo todas elas independentes umas das outras, e praticamente não havendo personagens fixos. O traço de Nicholas Gurewitch também varia muito de uma história pra outra, mas é marcado por algumas características bastante recorrentes: as tirinhas de temática aparentemente mais lúdica, são geralmente as mais chocantes no final. Apesar de uma visível precisão nos desenhos quando quer, Gurewitch também opta, na maioria das vezes, por desenhar as pessoas nas suas histórias de forma pouco detalhada, quase rascunhos, como bonecos idênticos moldados do mesmo marshmallow, contrastando com seus belos robôs, alienígenas viscerais, animais fofinhos e paisagens imaginárias, como o Inferno, ou uma Terra ancestral onde dinossauros inteligentes decidem que seu avançadíssimo império já foi longe demais.


Do brasileiro Ricardo Yoshio Okama Tokumoto – RYOT – é, na minha opinião, o site com as tirinhas mais belas (e não estou falando só do traço, claro) feitas no Brasil. Frequentemente reclamando, não só nos posts que acompanham os desenhos, mas nas próprias tirinhas, dos prazos ou às vezes de uma repentina falta de inspiração (sempre contornada) o autor, que até pouco tempo ainda era estudante, consegue fazer o leitor se interessar pela prórpia produção dos quadrinhos. Mas RYOT não se limita a histórias autobiográficas, embora tirinhas tradicionais dificilmente seja o que você encontra por lá: muitas vezes sequer chegam a ser “histórias”, podem ser só uma epifania do autor, ou uma desculpa para fazer referências secretas a uma música do R.E.M., ou ainda, algo que remeta ao absurdo e o pessimismo do Perry Bible Fellowship e do A Lesson Is Learned, mas sempre dotado de uma sensibilidade raramente encontrada assim, misturada tão homgeneamente com um talento do tamanho do de RYOT.

domingo, 24 de abril de 2011

Eu te apresento a larica dos muleke

Hoje meu post é em homenagem a nova obra prima da música brasileira. É muita poesia, profundidade, tem todo um cunho social, e etc. Não sei se eu que sou retardada mesmo, mas ri muito. "Tô com fomê, quero leitê."

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Goodbye Lullaby




Vou confessar pra vocês que perdi um pouco da pratica de blogar. Então pensei, pensei, até achar um assunto que eu pudesse tratar aqui. Bom, não é nenhuma novidade, mas resolvi falar sobre o “novo” álbum da Avril Lavigne. O “Goodbye Lullaby” já vazou na internet a cerca de dois meses, mas aposto que muitos de vocês ainda não ouviram.

Depois do fiasco que foi o “The Best damn thing” a cantora perdeu bastante credibilidade, então para recuperá-la “Goodbye Lullaby” teria que ser fantástico. Bem, ele não é tudo isso, mas não há dúvidas de que ele é muito melhor que o disco anterior. As letras são um tanto quanto melancólicas e com uma “leve” pitada de dor de cotovelo. Reflexo do término com Deryck Whibley? Bem provável...

Para quem é fã da canadense, vale a pena dar uma conferida, mesmo não sendo um novo “Let Go”, nem um “Under My Skin”. Eu, particularmente, passei dias e dias ouvindo o álbum no repeat.

AQUI vai um link pra download (eu não baixei pra ver se tá tudo certinho, então qualquer coisa me desculpem)

Estou de volta. De novo.

Como vocês podem perceber, meu ultimo post foi sobre o ENEM, o que quer dizer que ele foi feito muuuuito tempo atrás. Falar que eu ando sem tempo seria uma mentira imperdoável, já que minhas aulas da faculdade só começam em agosto e eu estou numa espécie de estado vegetativo desde janeiro. Então não sei o que me deu, mas acho que é hora de reviver isso aqui (de novo).

Vou tentar achar coisas interessantes para contar para vocês, ou na pior das hipóteses posso contar como é o dia a dia de uma pessoa que está de férias há cerca de quatro meses, e ainda tem alguns pela frente. Bom, e como alguns de vocês devem saber, inicio de maio farei um intercambio de dois meses no Canadá, então a partir de maio terei mais assunto. Juro que vou tentar levar meu projeto a sério e fazer uma “cobertura” legal da viagem para vocês (como se muita gente tivesse interessada em saber).

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Uma Novela Chamada ENEM

Desde sua aplicação o ENEM vem trazendo dor de cabeça para os estudantes. Os erros na impressão da prova já mostraram que o exame tem muito a melhorar se quiser mesmo ser um método eficiente de avaliação. E depois de mais de dois meses de espera, finalmente tivemos o resultado da prova.

Não surpreendentemente, a polêmica continua. O MEC prometeu que o TRI (Teoria de Resposta ao Item) garantiria isonomia, mas não é isso que nós estudantes temos observado. Alunos que acertaram o mesmo número de questões tiraram notas muito discrepantes. Além disso, é impossível saber quais foram os critérios utilizados para que fosse possível a ocorrência dessas diferenças. Então, como saber se essa correção foi mesmo justa?

Como se não bastasse, redações boas tiveram notas ruins, e vice versa. Alguns alunos chegaram a ter a redação anulada sem nenhum motivo aparente. Essa discrepância pode ser causada por haver muitos corretores, logo os critérios entre eles variam. Então uma prova dessa magnitude seria apenas uma “loteria” em que os premiados tiveram a sorte de ter um corretor pouco exigente. E uma loteria também no sentido de acertar ou não as questões, que por algum motivo, o MEC julgou valer mais.

Continuando, as reclamações sobre o acesso ao site do SISU foram inúmeras. Para melhorar ainda mais as coisas, diversos alunos acessaram a sua inscrição do SISU e se depararam com cadastro de outra pessoa. E no meu caso, entrei e encontrei minhas opções de cursos alteradas. Segundo o MEC, não houve vazamento de informações, foi apenas um problema técnico.

Diante disso, os estudantes se sentem desrespeitados, desmotivados, e acima de tudo, de mãos atadas. Até quando vão passar por cima de todos os problemas do exame, tentando mostrar uma eficiência e justiça que não existe? Eu, particularmente, espero não ter que passar por esse transtorno novamente, e desejo sorte aos que se submeterão ao Enem 2011.


Larguei o jornalismo. Vou pro sul fazer enfermagem.
 
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